Matérias · Primeiro Ano

Bases e Métodos de Avaliação I – Parte I

Olá, tudo bem?

Primeiramente, gostaria de agradecer todos os acessos! Obrigada de verdade 😀 Hoje começo a falar sobre Bases e Métodos de Avaliação I, uma matéria importantíssima e com vários assuntos que serão compartilhados aqui 🙂

Bases e Métodos de Avaliação consiste em um conjunto de procedimentos com finalidade de obter o diagnóstico fisioterapêutico, identificando a real área lesada.

A avaliação fisioterapêutica começa assim que o paciente entra no consultório (observamos a marcha) e a avaliação baseia-se em:

  • Dados pessoais: como nome, data de nascimento, profissão, diagnóstico clínico, queixa principal, entre outros;
  • História: é o componente mais importante e difícil do processo de avaliação, as informações devem ser as mais completas possíveis para nos auxiliar no diagnóstico.

  1. História da Moléstia Atual (HMA): expressões importantes devem estar entre aspas ou seguidas do termo SIC (segundo informações colhidas). Os sintomas deverão ser sempre referidos (início, duração, evolução contínua, descontínua, sintomas que melhoram ou pioram); não aceitar diagnósticos elaborados; dirigir as perguntas no sentido de verificar a autenticidade das informações; sempre perguntar com expressões no nível de instrução do paciente, ou seja, não utilizar termos técnicos sendo que o mesmo não entenderá. Vale lembrar o significado de moléstia: doença, mal-estar ou sofrimento físico ou moral.
  2. História da Moléstia Pregressa (HMP): referência sobre o passado fisiológico ou patológico anteriores à moléstia atual, mas, que tenha relação com a queixa principal e perguntar também sobre patologias (ex.: diabetes, hipertensão).
  3. História Familiar (HF): a HMA poderá ser auxiliada por elementos familiares.
  4. História Social (HS): perguntar se é tabagista, etilista (consome bebida de maneira excessiva) e se possui alguma atividade social (qualquer tipo de atividade regular, desde uma caminhada até partida de dominó).
  • Exames complementares: também são utilizados em uma avaliação, como raio-x, tomografia computadorizada, ressonância magnética.
  • Exame físico: refere-se a coleta de informações básicas que no seu conjunto definem o aspecto geral e específico do paciente. Também fornece evidências objetivas. A técnica básica fundamenta-se no uso dos sentidos (visão, tato, audição e olfato); permitirá a caracterização dos desvios da normalidade; permite a consolidação da boa relação terapeuta – paciente; o exame físico depende de três fatores fundamentais:
  1. Deve ser completo;
  2. Deve ser tecnicamente correto;
  3. Deve ser compreendido durante a sua execução.

Além disso, também são importantes: contato verbal esclarecedor e tranquilizante a respeito da sequência e finalidades das técnicas do exame; aquecer as mãos e os instrumentos (ninguém merece mãos e/ou estetoscópios gelados!); bom senso e percepção do terapeuta, sempre atento e cordial; ambiente físico deve ser profissional, repousante e tranquilizador.

Realizamos a inspeção – manobra básica que utiliza visão, apenas observar o paciente; palpação – utiliza a sensibilidade tátil no exame estrutural; ausculta – através do uso da audição, detecta os sons anormais produzidos pelo desempenho fisiológico dos vários órgãos.

Até o próximo post, beijos!

Referência da imagem: http://vivabem.band.uol.com.br/saude/noticia/?id=100000501350

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